
Prêmios e Maturidade Artística (2020–2025)
Reconhecida por sua arte que transforma, educa e honra a ancestralidade, Cássia Valle recebe prêmios que consagram uma trajetória inteira dedicada afirmar a potência do teatro, da palavra e da cultura afro-brasileira no Brasil, a iluminar infâncias negras e fortalecer memórias.
Com mais de três décadas de contribuição, Cássia recebe distinções que consagram sua atuação:
O espetáculo Sarauzinho da Calu venceu o 27º Prêmio Braskem de Teatro, na categoria Espetáculo Infantojuvenil.
Cássia Valle, que dirigiu a montagem, dedicou o prêmio à arte negra coletiva, ressaltando a importância da representatividade e da ancestralidade no teatro infantil.
Cássia Valle foi premiada pela APCA em 2017, na categoria Literatura Infantil/Juvenil, com o livro Calu, uma menina cheia de histórias (em coautoria com Luciana Palmeira).
Esse reconhecimento de críticos paulistas reforça a relevância literária de sua obra para infâncias negras, consolidando Calu como uma referência no universo infantil antirracista.
Em 2023, Cássia Valle recebeu o título de Doutora Honoris Causa pela Faculdade Febraica e Ordem dos Capelães do Brasil, em reconhecimento ao seu trabalho em teatro, cinema, literatura e sua contribuição para a cultura afro-brasileira.
Na 29ª edição do Prêmio Braskem de Teatro, Cássia Valle, junto com Leno Sacramento e Valdinéia Soriano, foi premiada na categoria Direção pelo espetáculo “2 de Julho – A Resistência Cabocla”.
Esse troféu reafirma sua excelência na direção teatral e seu compromisso com narrativas de resistência histórica e ancestral.
Reconhecimento pelo impacto da obra Maria Felipa, dedicada a uma das maiores heroínas negras da Independência da Bahia.
O prêmio celebra a força literária e histórica que Cássia imprime às suas personagens, especialmente às mulheres negras que moldaram a história do Brasil.
Cássia Valle conquistou o 4º lugar no Prêmio Nacional de Afroliteratura Infantojuvenil Erê Dendê, promovido pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e pelo Ministério da Igualdade Racial (MIR), com a obra Zeferina, publicação em parceria com Luciana Palmeira.
A premiação valoriza narrativas literárias que celebram a cultura, a ancestralidade e a representatividade negra para crianças e adolescentes.
Reconhecimento a personalidades ou a iniciativas artísticas e culturais das linguagens artísticas (artes visuais, circo, dança, literatura, música e teatro) que tenham prestado relevante contribuição ao desenvolvimento artístico ou cultural do Estado da Bahia.

Com carreira dedicada à dramaturgia e à literatura, a atriz Cássia Valle tomou posse na Academia de Cultura da Bahia.
Cerimônia aconteceu na sede da Academia de Cultura da Bahia em Salvador
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Travessias poéticas que constroem pontes
Nossos serviços são especializados em produções artísticas e culturais, veja abaixo todos os serviços que oferecemos:

Serviços
Oficinas
Participe das oficinas de teatro preto, escrita criativa, musicalização e memória.
Para crianças, jovens, adultos e professores — viva a experiência de expressar identidade, cultura e criatividade.
Palestras
Participe de encontros sobre memória e identidade, letramento, empreendedorismo da arte e economia criativa. Amplie sua visão, fortaleça sua trajetória e descubra novas formas de transformar realidade por meio da arte.
Espetáculos e teatro
Produzidos por Cássia Valle Produções, nossos espetáculos valorizam a cultura negra e promovem reflexão e pertencimento. Uma experiência transformadora para empresas, prefeituras, gestores de cultura e instituições de ensino que acreditam no poder da arte para inspirar e educar.
Curadoria artística
Seja em feiras literárias, exposições, festivais ou salas de cinema, criamos encontros que marcam e ampliam o alcance da arte.
Mediação cultural
Para autores que buscam ir além das perguntas. Agrego com números, poesias e performances que enriquecem seu evento e oferecem uma experiência inesquecível ao público.


Mestre de cerimônia
Com performance, presença e versatilidade, conecto o público, destaco cada apresentação e levo seu evento a um novo patamar.
Organização de livros
Tem uma ideia de livro, mas sente que a mensagem, a escrita e a apresentação visual ainda não estão redondas, e falta um olhar profissional? Organizamos as ideias e oferecemos acompanhamento e direção de qualidade para que seu livro ganhe forma.
Trajetória – 35 anos de Cena, Palavra e Ancestralidade
A trajetória de Cássia Valle é marcada pela presença vibrante do corpo preto na cena, pelo compromisso com a ancestralidade e pela criação de novas narrativas para as infâncias negras. Atriz, diretora, escritora, roteirista e curadora, sua caminhada atravessa teatro, literatura, audiovisual e educação, consolidando-a como uma das vozes mais importantes da cultura negra contemporânea.
O Teatro como Casa
A herança teatral de Cássia ganha força com sua trajetória no Bando de Teatro Olodum, onde se firma como atriz e criadora e participa de montagens históricas que revolucionaram a cena negra baiana e brasileira. Seu trabalho passa a ser reconhecido pela expressividade, presença cênica e compromisso estético com o corpo negro
Uma Presença Expandida
A partir dos anos 2000, Cássia Valle amplia sua presença para o cinema e a televisão, aproximando sua força teatral da linguagem audiovisual. Sua trajetória cruza produções que se tornaram referências culturais na Bahia e no Brasil, conectando humor, crítica social, ancestralidade e a sensibilidade da cena negra contemporânea:
Gênero: comédia musical
Direção: Monique Gardenberg
Duração: aproximadamente 96 min
Sobre o filme:
Um dos maiores marcos da cultura baiana no cinema, Ó Paí, Ó retrata com humor, música e crítica social o cotidiano do Pelourinho. A estética e a energia do Bando de Teatro Olodum — onde Cássia construiu grande parte de sua trajetória — permeiam todo o filme.

Direção: Viviane Ferreira
Roteiro: Elísio Lopes Jr., Daniel Arcades, Igor Verde — com colaboração de Luciana Souza e do Bando de Teatro Olodum
Produção: Dueto Filmes, Casé Filmes, Globo Filmes, Canal Brasil
Duração: não informada nas fontes oficiais até o momento
Sobre o filme:
Ó Paí, Ó 2 retoma o espírito comunitário do primeiro filme, agora com novos debates sobre desigualdade, identidade e resistência negra. A obra reafirma a força do Bando no cinema brasileiro contemporâneo.
Gênero: comédia / drama
Direção: Sérgio Machado
Baseado em: A Morte e a Morte de Quincas Berro D’Água (Jorge Amado)
Duração: não confirmada em fontes públicas
Sobre o filme:
Com lirismo e irreverência, o filme revisita uma das histórias mais icônicas da literatura baiana. Ambientado em Salvador, mistura fantasia, boemia e afeto, reafirmando a importância da obra de Jorge Amado no imaginário audiovisual.

Gênero: comédia
Direção: Rodrigo César
Roteiro: Cadu Pereiva
Produção: All Screens Films, Telefilms, Galeria Distribuidora
Duração: aproximadamente 1h41 (segundo Apple TV)
Estreia: 14 de maio de 2024 (Netflix)
Sobre o filme:
Partiu América é uma comédia familiar que acompanha as aventuras de uma família brasileira durante uma viagem aos Estados Unidos que rapidamente sai do controle. O filme combina humor popular, situações inesperadas e choques culturais para construir um retrato divertido das expectativas e desafios que marcam a experiência migratória.
A obra dialoga com temas como pertencimento, identidade e o imaginário brasileiro sobre “o sonho americano”, aproximando humor e crítica social. A participação de Cássia Valle, no papel de Dona Nicinha, acrescenta carisma, presença cênica e a sensibilidade que marca sua trajetória no audiovisual e no teatro.
Gênero: drama
Direção: Lindiwe Aguiar
Roteiro: não informado publicamente
Produção: Ogunjá Filmes / Ogunjá Produções em Vídeo
Duração: não informada nas fontes oficiais
Estreia: 6 de fevereiro de 2025 (Sala de Arte Cinema da UFBA)
Elenco: Sérgio Laurentino, Nadson de Jesus, Jamile Alves, Kadu Fragoso, Jau Menezes, Allyssa Anjos, Sara Barbosa, Cássia Valle, Paula Moura, Dhi Santos, Julio Cesar Mello, Rívisson Zürc, Dandara Rodrigues
Sobre o filme:
Buzu, o curta acompanha histórias que se entrelaçam dentro de um ônibus que percorre Salvador, partindo do final de linha de Paripe, cruzando o Subúrbio Ferroviário e chegando ao Porto da Barra. A viagem revela encontros, afetos, conflitos e espiritualidades de passageiros que dividem o mesmo trajeto. O ônibus transforma-se num espaço simbólico – um microcosmo da cidade – onde diferentes vidas dialogam com humor, emoção e crítica social. A obra destaca personagens marcantes, como o cobrador Antônio, e celebra a cultura suburbana de Salvador.

Gênero: drama
Direção: José Eduardo Belmonte
Roteiro / Escritor: Pedro Furtado
Produção: Fabiano Gullane e Caio Gullane – O2 Filmes (provedor)
Duração: aproximadamente 103 min (1h43min)
Elenco: Cássia Valle, Zécarlos Machado, Thomás Aquino, Edvana Carvalho, Drica Moraes, Bianca Bin, Lázaro Ramos
Sobre o filme:
Em As Verdades, o policial Josué precisa solucionar o atentado contra Valmir, candidato a prefeito de um pequeno município do sertão. A narrativa é construída a partir de três perspectivas distintas: primeiro, o relato de Cícero, um matador de aluguel; depois, a versão de Francisca, noiva do empresário; por fim, a visão de Valmir, que sobreviveu ao crime. A estrutura em múltiplos pontos de vista revela camadas de tensão política, segredos e ambiguidades morais – compondo um drama envolvente sobre poder, versões e manipulação dos fatos.
Gênero: drama
Direção: Jose Araripe Jr.
Roteiro: Jose Araripe Jr. e Hilton Lacerda
Elenco: Flaviana da Silva, Chaiendi Santos, Inaldo Santana
Duração: 1h 24min
Produção televisiva ambientada na Bahia, explorando juventudes, afetos e cotidiano com leveza e sensibilidade. A série ampliou a presença de artistas baianos em narrativas seriadas nacionais.
Sobre o filme:
Uma história de encontros e desmemórias. Darlene, uma menina que vive nas ruas, traz para Salvador, na Bahia, a irmã menor – Daiane – para viverem como pedintes na região do comércio na cidade baixa. Juntas, encontram Diomedes, um senhor que foi agredido e está desmemoriado, mas elas imaginam que ele é cego, surdo e mudo. Daiane afeiçoa-se ele como a um avô que nunca teve. Darlene resolve usá-lo para pedir esmolas. Misterioso e afável, Diomedes conduz as meninas através da estrada de ferro para o seu mundo de desmemórias, onde inocência e dor compõem a música do tempo. Uma jornada de 48 horas que mudará o rumo de suas vidas.
A Palavra como Semente – Autora de Literatura negra para infâncias
Cássia se torna um dos nomes mais importantes da literatura para infâncias negras no Brasil. Seus livros combinam memória, ancestralidade e educação antirracista.
A escrita de Cássia Valle nasce da terra fértil da ancestralidade e da necessidade de criar livros que acolham, fortaleçam e afirmem as infâncias negras. Sua produção literária, reconhecida nacionalmente, une memória, identidade, oralidade, educação antirracista e cuidado comunitário.
A palavra, para Cássia, é sempre semente — plantada para florescer em crianças, famílias, escolas e territórios:
“Calu: Uma Menina Cheia de Histórias” — A origem de tudo (2017)
Lançado no Festival A Cena Tá Preta de 2017, o livro Calu: Uma Menina Cheia de Histórias marca o início da trajetória de Cássia na literatura para infâncias e se torna rapidamente um clássico contemporâneo da literatura infantil negra.
A obra nasceu de uma parceria educativa e cultural com Luciana Palmeira, dentro do projeto pedagógico Patrimônio Cidadão, que trabalhava a noção de patrimônio, identidade e ancestralidade com crianças.
Ou seja: antes de ser um livro, Calu já era processo formativo, política cultural, afeto e projeto de mundo.
O livro recebeu o Prêmio APCA 2017 de Melhor Livro Infantojuvenil e segue sendo usado em escolas e projetos culturais de todo o país.

Bloquinho de Poemas e Canções da Calu (2019)
Obra que expande o universo de Calu, reunindo poesias, cantigas e criações que transitam entre música, memória e identidade.

Aziza, a Preciosa Contadora de Sonhos (2022)
Livro que aborda a potência da imaginação e da ancestralidade para superar desafios do cotidiano infantil.

Maria Felipa — Heroína da Independência (2022) | Versões Tradicional e Braille
Com abordagem poética e histórica, o livro apresenta a bravura de Maria Felipa, líder negra da Independência da Bahia.
A versão em braille reforça o compromisso com acessibilidade.
O livro recebeu o Prêmio Conceição Evaristo de Literatura do Prêmio Palmares de Artes.

“Heróinas da Liberdade” – Coleção Meu Primeiro Black Power (2024)
Em 2024, Cássia Valle, em parceria novamente com Luciana Palmeira, lança a coleção “Heroínas da Liberdade – Box 2 da série Meu Primeiro Black Power”, pela Editora Mostarda.
A coleção apresenta, para crianças, quatro figuras históricas fundamentais do Brasil negro:
Zeferina (2024); Maria Felipa (2024); Luíza Mahin (2024); e Maria Firmina dos Reis (2024)
A coleção se tornou referência por unir literatura, memória, representatividade e respeito às ancestralidades femininas negras.
O livro Zeferina recebeu o prêmio Erê Dendê promovido pelo Ministério da Igualdade Racial (MIR) em parceria com a Universidade Federal do Recôncavo Baiano (UFRB).
Bonde da Calu – Teatro Negro para Infâncias (2015–2025)
Idealizadora e diretora do Bonde da Calu, Cássia estrutura um grupo de teatro infantojuvenil que se torna referência nacional. Com ele, cria e dirige obras que valorizam identidade, representatividade e ancestralidade:

Sarauzinho da Calu – Prêmio Braskem de Melhor Espetáculo Infantil
O Sarauzinho da Calu é aquele tipo de encontro que parece abraçar a infância inteira. A cena se abre como se fosse um quintal encantado, onde poesia, música e brincadeira caminham de mãos dadas. Calu, essa menina cheia de histórias e memórias, convida o público para um giro pelo universo da ancestralidade negra de forma leve, colorida e muito afetuosa.
O espetáculo mistura contação, canto, dança e lirismo, criando uma experiência que faz as crianças se reconhecerem, se verem e se sentirem potentes. É celebração, é identidade, é beleza. Não por acaso, levou o Prêmio Braskem de Melhor Espetáculo Infantil, marcando seu lugar como um dos trabalhos mais importantes da cena infantojuvenil baiana.

A Casa Encantada
A Casa Encantada é como entrar num sonho bom, daqueles cheios de cores, risos e descobertas. O espetáculo traz o olhar da infância para temas profundos – direitos das crianças, autonomia, pertencimento, identidade – sem perder a delicadeza e a vibração lúdica.
O griô abre caminhos com sua sabedoria, guiando as personagens por histórias que transitam entre a memória africana, o universo circense e a poesia do cotidiano. Cada cena parece acender uma luz nova dentro de quem assiste, lembrando que toda criança tem direito de existir com dignidade, alegria e imaginação. É teatro que acolhe, provoca e encanta.

Mini Recital Maria Felipa
O Mini Recital Maria Felipa é uma homenagem forte e cheia de reverência a uma das figuras mais emblemáticas da história baiana: Maria Felipa dos Navegantes, mulher negra, marisqueira, guerreira, liderança de luta e liberdade.
Neste recital, poesia e música se entrelaçam para trazer à cena a força dessa personagem histórica, mas também a beleza das mulheres negras que constroem, protegem e sustentam suas comunidades. É um tributo delicado, mas potente, que aproxima as infâncias de uma memória que não deve ser esquecida. Uma experiência curta no tempo, mas enorme na emoção.

Bailinho da Aziza
O Bailinho da Aziza é pura vibração. Sabe aquele momento em que tudo vira festa – não porque é barulhento, mas porque é cheio de sentido? É isso. Aziza chega como uma anfitriã brincante, conduzindo o público por músicas, gestos e narrativas que fazem o corpo querer dançar e a imaginação querer voar.
Mais do que um bailinho, é um rito leve de celebração da cultura afro-brasileira, da memória das brincadeiras tradicionais, das cantigas e das danças que atravessam gerações. É alegria ancestral pulsando no agora.

Sarau Crespinho
O Sarau Crespinho é uma festa para o cabelo, para a identidade e para a autoestima. Um encontro poético que celebra a beleza dos fios crespos, cacheados, volumosos, livres – e tudo o que eles significam na vida de uma criança negra.
Com música, rimas, brincadeiras e pequenas histórias, o sarau provoca sorrisos e desperta pertencimento. É uma forma doce e poderosa de lembrar que cada criança carrega uma coroa própria, que não precisa ser moldada para caber em lugar nenhum – ela já é inteira por si.

Recital Circo Poesia
O Recital Circo Poesia mistura duas linguagens que parecem nascer uma da outra: a leveza do circo e a delicadeza da poesia. O espetáculo brinca com equilíbrio, ritmo, movimento e palavra, criando quadros que surpreendem crianças e adultos.
A ancestralidade aparece nas entrelinhas, nas músicas, nos gestos, no jeito de brincar com o mundo. É uma apresentação que convida o público a imaginar sem medo — afinal, quando poesia e circo se encontram, tudo fica possível.

Mini Recital Mãe Hilda Gitolu
O Mini Recital Mãe Hilda Gitolu é um gesto de reverência à matriarca do Ilê Aiyê, mulher de sabedoria profunda, guia espiritual, educadora e liderança de enorme importância para o povo negro da Bahia.
O recital traz essa presença através da poesia, do canto e da delicadeza, convidando o público a conhecer – ou a lembrar – a grandeza de Mãe Hilda. O tom é de respeito e amor, mas também de continuidade: mostrar às crianças que existem mulheres negras cujas vidas são faróis. O espetáculo se torna, assim, uma memória viva sendo compartilhada com cuidado e beleza.
Bonde da Calu – Teatro Negro para Infâncias (2015–2025)
Idealizadora e diretora do Bonde da Calu, Cássia estrutura um grupo de teatro infantojuvenil que se torna referência nacional. Com ele, cria e dirige obras que valorizam identidade, representatividade e ancestralidade:

Cabaré da Rrrrraça (2024)
A remontagem chamada “Cabaré da Rrrrraça 25+25” estreou em 2024.
A direção teatral da nova montagem é assinada por Cássia Valle, Leno Sacramento e Valdinéia Soriano.
A supervisão artística de Márcio Meirelles.

Zumbi Está Vivo e Continua Lutando (2025)
A leitura dramática (para os 35 anos do Bando de Teatro Olodum) direção assinada por Cássia Vale e Valdinéia Soriano e direção geral de Lázaro Ramos.
Coreografia: Zebrinha (José Carlos Arandiba).
Arranjos musicais: arranjos originais de Antônio Cícero, além de novos arranjos de Jarbas Bittencourt.
Erê (2025)
A montagem de “Erê” para os 35 anos do Bando foi confirmada para setembro de 2025.
Cássia Valle assina a direção junto com Zebrinha (José Carlos Arandiba).
A dramaturgia é de Daniel Arcades, e a direção musical é de Jarbas Bittencourt.
Concepção do espetáculo de Lázaro Ramos.
Clipping de Imprensa e Mídias Imprensa

Jornal A Tarde

Jornal Correio

Jornal Correio

Jornal Massa

Jornal Massa
Adoro Cinema - Cássia Valle no elenco do filme Ó Paí, Ó 2
Mãe Raimunda – Ó Paí, Ó 2 (filme)
Wikipedia - Participação na série exibida pela TV Globo
Mãe Raimunda – Ó Paí, Ó 2 (série)
Alma Preta - Direção de espetáculo celebrando 35 anos do Bando
Espetáculo Erê – Bando de Teatro Olodum
Portal Soteropreta - Co-direção de leitura comemorativa de 35 anos
Leitura dramática de Zumbi – Bando
A Tarde - Cássia Valle lança nova temporada do espetáculo
Cabaré da Rrrraça – Nova temporada
Portal Soteropreta - Peça dirigida por Cássia Valle para o Novembro Negro
Memória Povoadas
Câmara Municipal de Salvador - Sessão especial homenageando mulheres do Bando
Homenagem na Câmara Municipal de Salvador
Alma Preta- Lançamento do espetáculo “Erê” como manifesto contra a violência do racismo e pelas vidas negras, celebrando 35 anos do Bando de Teatro Olodum.
Nova montagem “Erê”
Portal Soteropreta O Bando de Teatro Olodum realiza audição pública para selecionar elenco negro com perfil jovem para a nova montagem de “Erê”, parte das comemorações de 35 anos.
Audição para “Erê”
ANF - Abertura de audição para a nova montagem do Bando de Teatro Olodum que celebra os 35 anos do grupo, com oficina e formação
Audição para “Erê”
Muita Informação - Comemoração dos 35 anos do grupo com leitura da peça dirigida por Lázaro Ramos, música, caruru e resgate histórico.
Leitura dramática de “Zumbi Está Vivo e Continua Lutando”
Portal Soteropreta - Volta aos palcos do espetáculo “Erê” de 5 a 28 de setembro de 2025, reunindo elenco veterano e novos talentos, resgatando cenário e figurino históricos.
Temporada de “Erê”
Portal Soteropreta - Apresentações gratuitas (30/07 a 01/08) das Oficinas de Performance Negra do Projeto ERÊ, com cenas sobre genocídio, violência contra mulheres e homofobia.
Mostras de encerramento das oficinas
Portal Soteropreta - Inscrições gratuitas para oficinas do Projeto ERÊ (teatro, dança, música, iluminação, audiovisual), com formação descentralizada em Salvador.
Oficinas de Performance Negra
Portal Soteropreta - Evento de comemoração com leitura dramática de “Zumbi Está Vivo e Continua Lutando”, música, performances e caruru no Espaço Cultural da Barroquinha.
Celebração 35 anos – Leitura de “Zumbi”
Alma Preta- Lançamento do espetáculo “Erê” como manifesto contra a violência do racismo e pelas vidas negras, celebrando 35 anos do Bando de Teatro Olodum.
Nova montagem “Erê”
Portal Soteropreta O Bando de Teatro Olodum realiza audição pública para selecionar elenco negro com perfil jovem para a nova montagem de “Erê”, parte das comemorações de 35 anos.
Audição para “Erê”
ANF - Abertura de audição para a nova montagem do Bando de Teatro Olodum que celebra os 35 anos do grupo, com oficina e formação.
Audição para “Erê”
Muita Informação - Comemoração dos 35 anos do grupo com leitura da peça dirigida por Lázaro Ramos, música, caruru e resgate histórico.
Leitura dramática de “Zumbi Está Vivo e Continua Lutando”
















































































































